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O declínio da democracia

  • Foto do escritor: Thays Santanna
    Thays Santanna
  • 8 de mai. de 2020
  • 2 min de leitura

Atualizado: 29 de jun. de 2024

Em meio a pandemia além da crise na saúde fica claro que a democracia não é respeitada da maneira que deveria por parte dos governos


Foto: Pixabay

A pandemia de Covid-19 tem se mostrado fatal. Mesmo com a curva de crescimento estando diminuindo em diversos países, a cada dia o número de infectados se torna maior e mais pessoas morrem. Mediante a isso, os governos tomaram medidas cada vez mais duras de isolamento para tentar conter o vírus.


Países em que o isolamento social foi respeitado estão agora começando a abrir os comércios, enquanto outros enfrentam uma crise que só piora. Essa crise trouxe à tona diversas questões importantes como a empatia, a xenofobia e a responsabilidade social. Muitas pessoas e empresas estão ajudando como podem, seja fazendo doações ou produzindo álcool em gel, por exemplo.

Em contrapartida, a pandemia também trouxe uma “validação” para a discriminação com países asiáticos principalmente a china, país em que começou. A crise trouxe, ainda, uma noção de responsabilidade social onde o ato de não respeitar o isolamento torna a pessoa diretamente responsável pelo aumento de infectados. Contudo, a interiorização desse conceito varia de país para país, de acordo com o seu governo.


Mundo: uma ameaça em escala global


O governo norte americano, era contra o isolamento social pois não queriam que a economia fosse afetada. O presidente, Donald Trump, apoiou manifestações contra o isolamento, levando muitas pessoas a não respeitarem as medidas de segurança. Além disso, Trump sugeriu o uso de desinfetante dentro do corpo das pessoas, já que o desinfetante tem se mostrado eficaz contra o coronavírus em superfícies.


Após essa declaração, houve o aumento de casos de intoxicação pela ingestão de desinfetante, fazendo com que o posicionamento do presidente fosse uma falta de responsabilidade social. Os Estados Unidos é o país mais afetado pela crise do coronavírus. Outro país, duramente afetado pela pandemia, é a Itália que tem um total de 216 mil casos confirmados e quase 30 mil mortes. Sendo um dos países mais afetados, se encontra agora em uma curva decrescente de casos do vírus e já estuda reabertura de comércio e diminuição das medidas de isolamento social.


A China, primeiro país a sofrer com a pandemia, desde o início de maio registra menos de quatro infecções por dia. Wuhan, cidade de origem do vírus, já começou a reabertura parcial das escolas. Contudo, a China se tornou um grande alvo de xenofobia, teorias como “o coronavírus ter sido produzido pela china para melhorar sua economia”, fazem com que a geração de ódio e discriminação se torne ainda mais intensa e preocupante.



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